Sua próxima leitura

Enfrentar o vazio, o escuro, a loucura, a si mesmo. É esse o convite que Maylson Honorato, expoente da nova geração de escritores nordestinos, faz aos leitores de “Bromélias imaginárias” (Urutau, 2025). O autor alagoano, da terra em que Graciliano passou a infância, tece contos que florescem inesperados, desenhando cavalos doentes, um reencontro sob chuva torrencial, fugas para Paris, fantasmas à beira-mar. Não espere o beijo, mas a mordida.

Realização
Capa do livro Bromélias Imaginárias, de Maylson Honorato, publicado pela Editora Urutau. Pintura de frutas em tons de laranja e azul.
Escritor e jornalista Maylson Honorato, um dos principais autores da literatura alagoana contemporânea

A história de

Nascido em Viçosa, interior de Alagoas, Maylson Honorato é escritor e jornalista, filho do poeta Audálio Honorato — reconhecido como Patrimônio Vivo — e de D. Isabel Honorato. Vindo de uma família de origem rural, descobriu o mundo pelos livros que o pai trazia de viagem e pela poesia que ecoava dentro de casa. Entre o cordel e os autores modernos, cresceu lendo principalmente dramaturgos e nomes como Clarice Lispector, Nelson Rodrigues, Caio Fernando Abreu, Graciliano Ramos e Gabriel García Márquez, referências que até hoje atravessam sua escrita.

Artista multiplataforma, atua há quase duas décadas como dramaturgo, diretor, produtor cultural e realizador audiovisual. É editor de Cultura do jornal Gazeta de Alagoas e autor do livro Bromélias Imaginárias (2025). Prepara atualmente um livro-reportagem, um romance e novos projetos em áudio e cinema, consolidando uma trajetória dedicada à narrativa, à cultura popular e às histórias humanas.

No jornalismo, o compromisso é com a verdade objetiva e com a menor imprecisão possível. Na ficção, eu me permito errar mais. Quanto maior o engano, melhor.

Maylson Honorato

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